O filme brasileiro “O Agente Secreto” encerrou sua jornada no Oscar 2026 sem conquistar estatuetas, apesar das quatro indicações de peso em Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco e Melhor Ator. Embora o longa não tenha repetido o feito histórico de “Ainda Estou Aqui”, que no ano anterior venceu como Melhor Filme Internacional, sua trajetória também inseriu o cinema brasileiro no topo da indústria.
Agente Secreto estreou indicações em categorias do Oscar jamais concorridas antes por brasileiros. Além disso, chegou ao catálogo da Netflix no dia 7 de março e está disponível para o público nacional e internacional. Ambientado em Recife de 1977, o filme acompanha Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que tenta escapar da ditadura militar.
Com locações marcantes na Zona Norte e no Centro da capital pernambucana, a obra agora se junta ao panteão de produções que levaram a cultura e a história brasileira aos principais festivais do mundo. “O Agente Secreto” no Oscar 2026: não ganhou, mas marcou
Estrelando tanto o filme como uma indicação inédita, Wagner Moura foi o primeiro brasileiro a concorrer na categoria de Melhor Ator, disputando contra gigantes como Timothée Chalamet (Marty Supreme), Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Michael B. Jordan (Pecadores) e Ethan Hawke (Blue Moon). O prêmio acabou indo para Michael B. Jordan.
Outro grande feito no Oscar foi a indicação em Melhor Direção de Elenco, logo na estreia da categoria o brasileiro Gabriel Domingues garantiu uma nomeação. O prêmio, contudo, foi para “Uma Batalha Após a Outra”.
Apesar da derrota, a repercussão da naturalidade de Tânia Maria em fumar no filme sempre será lembrada como um momento leve na corrida ao Oscar.




