Brasil lamentou a perda de vidas e prestou solidariedade às famílias
O Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e manifestou profunda preocupação com a escalada de hostilidades na região do Golfo.

O Itamaraty fez um apelo pela interrupção das ações militares e condenou atos retaliatórios e ataques contra áreas civis.
O Brasil lamentou a perda de vidas e prestou solidariedade às famílias das vítimas, bem como aos países alvos de ataques do Irã.
O Papa Leão XIV pediu paz, o retorno da diplomacia e a suspensão da espiral de violência antes que ela se torne um abismo irreparável.
A China exigiu o fim das ações militares e defendeu o respeito à soberania e à integridade do Irã.
Para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, os ataques representam uma violação cínica de todas as normas da moral humana e do direito internacional.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o início da guerra traz graves consequências para a paz e a segurança internacionais.
Já Arábia Saudita e Catar, alvos de ataques do Irã, classificaram as ações como uma violação à soberania e afirmaram que podem adotar medidas de resposta em defesa da segurança.
Para a União Africana, a intensificação do conflito pode afetar os mercados de energia, a segurança alimentar e a estabilidade econômica.
Os ataques receberam elogios do presidente argentino, Javier Milei, que descreveu o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, como uma das pessoas mais malignas, violentas e cruéis que a história já viu.




